Radiologia Intervencionista
Cuide bem de suas Arterias | Imprimir |


A obstrução de veias e artérias ficou mais fácil graças radiologia intervencionista

cuide_bem_arterias_01A radiologia intervencionista também atua auxiliando os pacientes com obstrução das artérias e veias a recuperarem a circulação.

Quem sofre de doença arterial periférica sabe que uma vida sedentária aliada a uma alimentação rica em gorduras e irregular é uma combinação perfeita para o congestionamento das artérias.

E, se a pessoa também fumar, o risco de desenvolver o problema é multiplicado.
Os principais sintomas de doença vascular periférica podem ser sentidos no dia a dia. Se não houver mudança de rotina e de hábitos alimentares, pode ocasionar a morte do paciente devido à falta de circulação.

Está provado cientificamente que pessoas com problema de circulação de sangue possuem um risco maior de sofrer problemas graves de coração, inclusive aumentando o risco de morte. Só é possível saber da existência do problema após a realização de exames, mas observe se ao caminhar você sente muitas dores nas pernas. Ou então, preocupe-se com a falta de sensibilidade nas pernas, sensação de pernas frias, alteração da coloração da pele, perda da força nos braços ou com a presença de feridas nas pernas que dificilmente cicatrizam.

Estes podem ser alguns sintomas provenientes de artérias "entupidas".
"Além do tratamento medicamentoso, os procedimentos de radiologia intervencionista têm trazido benefícios comprovados", ressalta Dr. Alexander Corvello. Na intervenção é feita uma angioplastia para dilatar as artérias e implantado um stent (pequena prótese metálica tubular), que fica por dentro da parede da artéria, desobstruindo-a e estabilizando o fluxo sanguíneo.cuide_bem_arterias_03

Em todos os procedimentos o médico é guiado por imagens geradas pelo equipamento de arteriografia digital, que possui uma altíssima definição e permite enxergar as artérias e veias através de imagens de raio-X dinâmico, proporcionando a segurança necessária para a realização dos tratamentos.

Radiologia
Intervencionista
Essa especialidade da Medicina diferencia-se por ser minimamente invasiva - em outras palavras, utiliza-se de cortes muito pequenos para inserir, nas veias e artérias, minúsculos catéteres, stents, molas ou agulhas para realizar procedimentos e fazer diagnósticos e tratamento em diversas partes do corpo, muitas vezes como alternativa às cirurgias convencionais, que exigem grandes cortes e anestesia mais profunda.

Os procedimentos são realizados com auxílio de um método de imagem, a angiografia por subtração digital e a radioscopia, equipamento de alta resolução capaz de subtrair as imagens de ossos e vísceras, propiciando apenas a visualização dos vasos sanguíneos e, em alguns equipamentos, a reconstrução em três dimensões e até imagens do interior do vaso.


Fique atento aos sintomas, realize check-ups anualmente, e em caso de dúvidas, consulte o radiologista intervencionista.
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mioma Mioma Uterino

A embolização das artérias uterinas proporciona uma melhor qualidade de vida, mais saúde e disposição às mulheres que têm miomas. A técnica controla os sintomas, como hemorragias e dores, que são tão comuns para quem sofre com o problema.


A embolização das artérias uterinas proporciona uma melhor qualidade de vida, mais saúde e disposição às mulheres que têm miomas. A técnica controla os sintomas, como hemorragias e dores, que são tão comuns para quem sofre com o problema.

O médico Alexander Ramajo Corvello, radiologista intervencionista do Instituto de Radiologia Intervencionista (Inrad), explica que o procedimento é seguro e eficaz, pois consiste na obstrução do fluxo sanguíneo das artérias que nutrem o útero.
Ivone já havia contado a sua história na 15o edição da Revista Corpore. Ela lembra que sentiu a diferença logo no primeiro mês após a cirurgia. O seu útero havia dobrado de tamanho e nos períodos menstruais, ela tinha hemorragias. “O fluxo sanguíneo era tão intenso que me impossibilitava de sair de casa. Ainda bem que isso ficou para trás na minha vida”, completa.
“A embolização uterina pode trazer vantagens para as mulheres. A maior delas é a preservação do útero, um órgão importante, associado à feminilidade. Além disso, aumenta em até 30% a possibilidade de gravidez em casos seletos de infertilidade devido aos miomas”, ressalta o médico.

Vitória da medicina e da tecnologia

A funcionária pública federal Mirian Gonçalves Pereira, de 42 anos, teve três abortos consecutivos. As gestações eram interrompidas logo no início. “Eu descobri po meio de exames que eu perdia os bebês por causa de miomas uterinos. Isso aconteceu em 2002. O médico, na época, me disse que a única saída era a retirada do meu útero, por que os miomas estavam afetando a minha saúde. A notícia caiu como uma bomba na minha cabeça. Era o fim do sonho de ter mais um filho”, lembra Mirian. Quando a funcionária pública já se preparava para dar entrada na documentação para a retirada do útero, uma amiga soube da embolização uterina e lhe indicou. Para ela, foi a melhor coisa do mundo naquele momento, pois não iria mais ficar sem o útero. “ Fiz a intervenção e deu tudo certo. Os miomas foram regredindo muito com o tempo. Os sintomas de mal-estar melhoraram e as hemorragias também pararam. O mais incrível foi a notícia de uma nova gravidez, um acontecimento que eu nem esperava mais, mas aconteceu e deu tudo certo, tanto que hoje o Luiz Felipe já está com 4 anos e eu, sem nenhum problema no meu útero”, comemora.
Um outro exemplo de final feliz é o da assistente contábil Ivone dos Santos, de 40 anos. Ela também engravidou um ano depois de ter feito a embolização uterina. “Não tenho nem palavras para expressar a minha grande felicidade. Considero a minha gestação um presente de Deus”, comemora Ivone.
Os miomas foram descobertos justamente quando ela tentava engravidar. Por não conseguir, procurou ajuda médica. “Depois de fazer alguns exames específicos, o médico me mostrou os miomas que tinha no meu útero. Quando vi, entendi na hora porque não engravidava”, conta.
Depois do tratamento com o Dr. Corvello, a tão sonhada gravidez aconteceu, mesmo ela não acreditando mais nessa possibilidade. “Hoje, eu me sinto duplamente feliz. Primeiro por ter preservado o meu útero e segundo por ter engravidado de Ana Clara”, enfatiza a assistente contábil.

Tratamento do Mioma sem retirar o Útero

A possibilidade de retirar o útero, para muitas mulheres, é sinônimo de grande preocupação, pois muitas associam o seu órgão à fertilidade. Além disso, a solução pode abalar psicologicamente a mulher na sua mais marcante essência: a feminilidade. A embolização (que implica na obstrução do fluxo sangüíneo das artérias que nutrem o útero), dentro de suas indicações específicas, é uma das alternativas para as pacientes que querem tratar o problema sem optar pela retirada do órgão. “Foi o caso de Ivone”, esclarece o especialista, que a atendeu durante todo o tratamento. Para o médico, é importante a mulher sempre se submeter a exames de rotina, pois os miomas são detectados através de equipamentos de ultrasonografia.
O médico alerta que em muitos casos os miomas surgem de forma silenciosa, sem provocar sintomas. As causas do surgimento dos miomas ainda não são completamente conhecidas, mas acredita-se que a predisposição genética pode ter alguma influência na sua incidência. O tamanho dos miomas pode variar de um a dez centímetros e são mais freqüentes em mulheres com faixa etária entre 30 e 40 anos, período em que acontece a maior fertilidade e em que existe maior quantidade do estrogênio no organismo.

Como é a técnica de embolização do Mioma

A embolização do mioma no útero é um tratamento minimamente invasivo que não precisa de pontos. O médico faz um corte de no máximo dois milímetros na região da virilha, por onde introduz um fino tubo até as artérias uterinas, que irrigam os miomas. Depois de localizá-las, injeta micro partículas plásticas por dentro do tubo para obstruir essas artérias. Com isso, os nutrientes não chegam aos miomas, que não crescem mais. A técnica é não-cirúrgica e dura em média uma hora. De acordo com o médico radiologista intervencionista a técnica não interfere nas funções normais do útero, que passa a receber nutrientes através das circulações colaterais que o mantêm saudável.

A ato da embolização uterina é indolor, pois não há terminais de dor no interior das artérias. O material utilizado para obstrução das artérias não provoca rejeição. O produto sintético é usado há mais de 20 anos na medicina. A técnica é realizada por Radiologistas Intervencionistas. A paciente é monitorada durante o tempo todo por equipamentos modernos de raios-X de alta resolução que permitem uma excelente visualização das imagens obtidas e grande segurança.

A Embolização é utilizada desde a década de 70, para diminuir o sangramento incontrolável no pós-parto, tratamento de tumores malignos (câncer), aneurismas e em hemorragias nas mais diversas partes do corpo.
“A embolização pode ser utilizada com técnicas associadas, como, por exemplo, a cirurgia de miomectomia, uma outra técnica que preserva o útero e que quando usada simultaneamente com a embolização elimina as hemorragias durante a operação de tumores, que são geralmente muito irrigados (vascularizados)”, finaliza Dr. Corvello.

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Radiologia Intervencionista: Feminilidade Preservada | Imprimir |

Pareceres da Sociedade Americana de Ginecologia e da Associação Médica Brasileira reafirmam que a embolização é um método seguro e garantido para tratar miomas.

Os números são assustadores: estima-se que 70% das mulheres até os 50 anos apresentarão miomas uterinos em algum momento de suas vidas. Esses tumores benignos, também conhecidos como fibromas ou leiomiomas, nada mais são do que um crescimento anormal das células musculares do útero.

Apesar da simplicidade da explicação, os problemas causados por eles alteram radiologia_01substancialmente a qualidade de vida das mulheres: dores, sangramentos excessivos, cólicas, perda espontânea da urina e até mesmo prisão de ventre podem ser decorrentes de miomas uterinos.

Para muitas mulheres, o útero simboliza a maternidade, a feminilidade e a fertilidade e sua retirada é um ato de agressividade física e psicológica. E, se entre as mulheres que já tiveram filhos o diagnóstico pode ser um choque, para as que ainda não tiveram a oportunidade pode significar o fim de um sonho.

"Felizmente, a Medicina desenvolveu técnicas que, se não acabam definitivamente com o problema, acabam com os sintomas e devolvem o bem-estar da mulher sem a necessidade, em casos selecionados, de retirar o útero", informa Alexander Ramajo Corvello, radiologista intervencionista do Instituto de Radiologia Intervencionista do Paraná - Inrad e do Endorad.

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Radiologia Intervencionista: Desobstruir artérias ficou mais fácil | Imprimir |
ImageDo combate à doença arterial periférica ao tratamento de miomas, a radiologia intervencionista tem cada vez mais indicações

 

Uma boa notícia para quem sofre de doença arterial periférica: a radiologia intervencionista está ajudando os pacientes com obstrução das artérias e veias a recuperarem a circulação.


Essa doença ataca as artérias, geralmente fazendo com que placas de gordura se acumulem, diminuindo o calibre e consequentemente a passagem do sangue no local. E a doença é séria: está provado cientificamente que pacientes com problemas de circulação do sangue têm maior risco de ter problemas graves do coração, aumentando inclusive o risco de morte.


O problema atinge todas as artérias do pescoço, principalmente as das pernas, do rim e da barriga - a conhecida aorta. Nela, além da obstrução, o que comumente ocorre é a dilatação, chamada de aneurisma de aorta, que nada mais é que uma fraqueza da parede do vaso sanguíneo e quando rompe é fatal, devido à grande perda de sangue.
Já a obstrução da artéria renal, por exemplo, causada pelo acúmulo de cálcio e gordura, pode causar hipertensão arterial de difícil controle e sobrecarrega as artérias do coração, trazendo graves riscos.


Os principais sintomas da doença vascular periférica podem ser sentidos no dia-a-dia. De acordo com Alexander Ramajo Corvello, radiologista intervencionista do Instituto de Radiologia Intervencionista do Paraná (Inrad), a vida sedentária aliada a uma alimentação rica em gorduras é a combinação perfeita para propiciar o congestionamento das artérias. Se, além disso, a pessoa fumar, o risco de desenvolver o problema é multiplicado. "É preciso passar por exames de rotina e mudar os hábitos alimentares, pois a falta de circulação pode levar a pessoa à morte", alerta o especialista.

 

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Aneurisma de Aorta | Imprimir |

Radiologistas Intervencionistas ajudam a sua coluna voltar a conviver com seu estilo de vida.


Existe uma nova esperança para pacientes com osteoporose que vivem com dor e restrições no estilo de vida causados fraturas na coluna. Desde 1994, um procedimento não cirúrgico chamado vertebroplastia tem proporcionado alívio, muitas vezes em poucas horas de tratamento.

 

Este tratamento guiado por imagem minimamente invasivo, conduzido por um Radiologista Intervencionista, diminui significativamente a dor e melhora a capacidade de movimento em mais de 90% dos pacientes tratados.